Ginecologista do ICS destaca que os avanços da medicina permitem que mulheres atravessem essa fase com mais saúde, conforto e qualidade de vida

Manter as consultas ginecológicas em dia é fundamental para identificar a melhor estratégia para cada mulher. Foto: Freepik

Ondas de calor, alterações do sono, irritabilidade e queda da libido ainda fazem parte da realidade de muitas mulheres durante a menopausa. Mas, diferente do que se acreditava há alguns anos, esses sintomas não precisam ser encarados como algo inevitável.

A ginecologista do Instituto Curitiba de Saúde- ICS, Yara Zancanaro, reforça que os avanços da medicina ampliaram as possibilidades de tratamento, tornando essa fase mais tranquila e com melhor qualidade de vida. “A menopausa é uma fase natural da vida, mas os sintomas podem impactar bastante a qualidade de vida. A boa notícia é que contamos com diversas opções de tratamento, desde ajustes no estilo de vida até terapias hormonais personalizadas”, explica.

Entre as alternativas disponíveis estão diferentes formas de reposição hormonal, como géis, adesivos e comprimidos, além de tratamentos específicos para sintomas como ressecamento vaginal, desconforto nas relações, alterações do sono e da libido.

“Em alguns casos, tecnologias como o laser ginecológico também podem ser utilizadas como complemento no cuidado da saúde íntima, sempre após avaliação individualizada”, destaca a médica.

Yara Zancanaro ressalta que o cuidado durante a menopausa vai além do alívio dos sintomas. A assistência também considera a prevenção e o acompanhamento da saúde óssea, cardiovascular, sexual e emocional, contribuindo para um envelhecimento mais saudável.

Por isso, manter as consultas ginecológicas em dia é fundamental para identificar a melhor estratégia para cada mulher, respeitando seu histórico de saúde, necessidades e expectativas.

“A menopausa não precisa ser uma fase de sofrimento. Com orientação adequada e tratamento individualizado, é possível passar por essa transição com mais saúde, bem-estar e qualidade de vida”, conclui a ginecologista do ICS.

Muito além das ondas de calor: como a medicina mudou a forma de tratar a menopausa
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